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Page 31
Cedo raivozos Cr�dores,
A quem n�o curei as chagas,
Dar�o a meus frios ossos,
Em lugar de pranto, pragas;
E outros, a que a carapu�a
Mesmo, sem mira, n�o erra,
Dir�o com gosto ao Coveiro
=Enche-lhe a boca de terra.=
Mas tudo perdoar�
Minhas sepultadas cans,
Se de cypreste as cobrirdes
V�s, e as vossas oito Irmans.
CARTA.
A ti, amavel Bandeira,
Partidista da Verdade,
E de quem tenho mil provas,
Que o �s tambem da Amizade:
Que s�o Filozofo vives,
E o mesmo morrer protestas,
A' excep��o de me dares
Bilhete de boas festas:
Tolentino firme amigo
Inda quando o Mundo caia,
E a quem obrigas a s�llo
Desde a rua da Atalaia,[13]
[Nota de rodap� 13: Onde tinh�o morado havia muitos annos.]
Dezeja pura alegria,
Sa�de, e muito vintem;
Dezeja-te tudo aquillo,
Que elle quasi nunca tem;
Pois, que chuva, e negros ventos
Me fech�o a porta, e o dia,
E em caza apont�o cuidados,
Redobrada bateria;
Pois que a horrivel solid�o
Aviva a id�a cruel
Da gaveta, v�o sepulchro
Do agonizante quartel.
E a engenhoza Hypocondria
Me mette no antigo empenho
De jurar, que estou morrendo
Das molestias, que n�o tenho,
Vou ver se posso esquivar-me
A tanto mortal immigo,
Acolhendo-me �s lembran�as
Do nosso bom tempo antigo;
Tem a s�lta fantazia
Farto, milagrozo armario;
Cura-me penas reaes
Com prazer imaginario;
O nosso bom tempo antigo!
Quando al�ando a t�rva fronte
Jantava Quintiliano
A' meza de Anacreonte;
Quando nos brilhantes copos
Do casto, herdado Gorizos,[14]
Hi�o mergulhar as azas
Os Prazeres com os Rizos;
[Nota de rodap� 14: Nome de huma Quinta do Amigo, a quem o A.
escreve, a qual produz bom vinho.]
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